¿CUÁNDO SE PRODUCIRÁ EL GRAN DESPERTAR?




29 aprile 2017 Milano p.le SS. Nereo e Achilleo.
Manifestazione "Noi non dimentichiamo" in ricordo di Sergio Ramelli, Carlo Borsani ed Enrico Pedenovi.
IL FINALE DELLA MANIFESTAZIONE: La Compagnia dell'Anello esegue "Il domani apparteine a noi".



Para respirar alejándonos de los ridículos miasmas de la politiquería, quisiera referirme a un mensaje que me envía un lector de La Nouvelle Revue d’Histoire. Un lector descontento, debo precisar.
Tiene 21 años y estudios científicos. Vive en el gran París periférico. Ha reaccionado ante la lectura de nuestro reciente dossier «Las derechas radicales en Europa».

Me reprocha que, en mi editorial, no haya respondido a la pregunta «¿Que hacer?». Subraya mis distancias respecto a la acción política, y destacando que yo hablo de «solución espiritual», me dice en sustancia: «Vale, muy bien, pero todo eso no me dice nada acerca de cómo reaccionar ante la decadencia europea».
No creo traicionar ningún secreto si reproduzco mi respuesta, que resume hondamente mi modo de ver. Es la siguiente:

«No espere de mí recetas para la acción. Espere de mí que le diga cuál es la vocación de su generación. Si desea comprometerse en la acción política, comprométase, pero a sabiendas de que la política tiene sus propias reglas que no son las de la ética. 
Cualquiera que sea su acción y su propia existencia, es vital que cada día cultive en sí mismo, como una invocación inaugural, algo que debe convertirse, por repetición, en una fe indestructible. Una fe indestructible en el futuro europeo más allá del periodo actual. 

»Pienso a menudo en la desesperación de Simaco, denominado “el último romano”, uno de nuestros antepasados espirituales. Me he referido a este personaje bien conocido en mi libro Histoire et tradition des Européens)[Historia Y Tradición de Los Europeos]. 
Simaco, gran aristócrata romano, vivió a finales del siglo IV, época siniestra donde las haya. Murió como testigo desesperado del fin de la antigua romanidad. 
Ignoraba que el espíritu de Roma, heredero a su vez del helenismo, renacería ulteriormente y de forma perpetua en nuevas formas. Ignoraba que el alma europea, o, con otra palabras, el espíritu de la Ilíada, es eterno a escala humana (que no es desde luego la de la física de los astros). 

«Nosotros que conocemos la historia acontecida en algunos miles de años y la exploramos con la mirada interrogadora que podía ser la de Simaco, sabemos lo que él ignoraba. 
Sabemos que, como individuos, somos mortales, pero que el espíritu de nuestro espíritu es indestructible, al igual que el de todos los grandes pueblos y de todas las grandes civilizaciones. 
Por las razones que he explicado a menudo (y a consecuencia del Siglo de 1914), lo que está adormecido no es sólo la Europa del poder. Es ante todo el alma europea la que está adormecida. ¿Cuándo se producirá el gran despertar? Lo ignoro y, desde luego, yo no lo veré. Pero de este despertar no dudo ni un solo segundo. 
El espíritu de la Ilíada es como un inagotable río subterráneo que siempre renace. Porque ello es cierto, pero invisible, es necesario repetirlo noche y día. Y este secreto (la eternidad del espíritu de la Ilíada) nadie podrá nunca robárnoslo.» 

DOMINIQUE VENNER

A etapa tradicionalista de Evola: Influencias


 A fase já meramente Tradicionalista de Julius Evola, a fase final após passar através as anteriores - a vanguardista e a filosófica (1) - que poderíamos considerar como preparatórias desta, abarca desde o início da década dos anos 30, até á morte do nosso grande intérprete da Tradição, em 11 de junho de 1974.

A configuração final da cosmovisão de mundo tradicional do mestre romano, tem influências definitivas, de forma especial, em três autores: René Guénon, J.J. Bachofen e Hermann Wirth.

Do Francês Guénon, Evola faz sua a caracterização de duas categorias existenciais e vitais, as que em diferentes épocas o homem tem aderido, que são 'O Mundo da Tradição' e 'O Mundo Moderno'.
A visão do mundo e da existência, é próprio de cada um delas e tornar-se-á o eixo a partir do qual o mestre italiano fará girar os vários estudos que realizou ao longo destas quatro últimas décadas e meia da sua vida.

A antítese representada, de um lado, por um tipo de homem ( O Homem da Tradição (1) ),  que consagra toda a sua existência e que o faz dentro das comunidades que fazem o mesmo (Mundo Tradicional) e, por outro lado, por outro tipo de homem (o homem moderno), assim como por outro tipo de sociedade cujos laços com Alto estão quebrados, e cujos integrantes são forçados ao mais rude materialismo (mundo moderno), irá fornecer, como antítese, a Evola as chaves definitivas para ajustar o foco de todas as suas análises e estudos.

Do Suiço J.J. Bachofen retirará bastante dos seus trabalhos sobre a morfologia dos dois tipos de culturas e civilizações antagónicas que foram sucedendo ao longo da história da humanidade: umas de tipo patriarcal, que entende do aristocrático, do diferenciado, da forma, e  do hierárquico, e de um tipo de espiritualidade viril, apolínea, solar e Olímpica. e outras, por outro lado, de tipo matriarcal que entende do ginecocrático, igualitário, do promíscuo e indiferenciado, e dos cultos de carácter telúrico, ctonio e Lunar.

Deve-se, em outros assuntos, assinalar que o autor suíço adquire o direito de um certo evolucionismo que Evola não compartilha, pois situa as origens do discurso humano pelo tempo, as sociedades de carácter matriarcal que tinham sido, felizmente em determinados períodos, substituídas - num sentido evolutivo – por outras de carácter patriarcal, quando, contrariamente a esta abordagem, o mestre italiano situa as origens (e de acordo com as diferentes tradições e textos sacro-sapientes) das comunidades patriarcais (na Idade do Ouro ou Satya-yuga) e, posteriormente a estas - como resultado de um processo involutivo, de queda - das sociedades de natureza matriarcal.

Do Holandês Hermann Wirth, Evola mostra muito interesse pelas suas investigações arqueológicas, já que através das constatações efectuadas pelo pesquisador holandês (em que o elemento rúnico não é exactamente trivial) se demonstre que, embora a origem dos povos Indo-Europeus esteja localizado na cultura escandinava Ertebolle-Ellenberk, estes povos são os herdeiros de outros proto-indoeuropeus cujas origens remontam ainda  mais a norte.

É assim que Evola reverte o seu lugar original para os míticos (2) Thule ou Hiperbórea da tradição greco-romana, a Aryanem Vaejo do Avesta iraniano ou a esse Monte Meru que falam os Vedas ... a essa terra que teria estado localizada na latitudes mais setentrionais do planeta, e em que teria acontecido a Idade de Ouro ou Satya-yuga (ou Satya-yuga): a Tradição Primordial.

As contribuições desses três autores, são capitais pata o mestre romano na hora do seu desenvolvimento de uma metafísica da história, de uma morfologia do Mundo da Tradição e do mundo moderno.

NOTAS:
• Algumas das principais características que definem este tipo de homem podem ser lidas no nosso livro “El Hombre de la Tradición” (Editorial EAS).
• “La etapa filosófica de Evola: influencias”:
https://septentrionis.wordpress.com/2017/07/21/la-etapa-filosofica-de-evola-influencias/
• O carácter mítico desse lugar originário da Idade de Ouro, seguramente se reveste de um carácter também real, como por exemplo, pensamos que é demonstrado pela leitura do trabalho do autor indiano Bal Gangadhar Tilak “El hogar ártico de los Vedas” (Editorial Retorno).

Autor: Eduard Alcántara
Traduzido de:
https://septentrionis.wordpress.com/2017/07/25/la-etapa-tradicionalista-de-evola-influencias/

Julius Evola: Presente

A 11 de Junho de 1974 falecia Julius Evola na sua residência romana de Corso Vittorio Emanuele.
No 43º aniversário do dito óbito não podíamos permanecer em silêncio, pois o legado que nos deixou o mestre e grande intérprete da Tradição não tem comparação possível.
Poderíamos comentar detalhes no mínimo incríveis do seu post mortem que seguramente nos fariam pensar que o de Evola não se tratou meramente das inestimáveis doutrinas que nos fez chegar mas que inclusivamente operou uma transformação interior que o tornou ontologicamente partícipe da Tradição Viva.

Ninguém como Evola sustentou a certeza inerente à Tradição de que não existem fatalismos contra os quais um tipo de homem diferenciado não possa lutar para reverter a deletéria prostração a que nos conduziu o mundo moderno".

Ninguém como Evola nos soube mostrar onde se encontram as incorruptas trincheiras da Frente da Tradição pois ninguém como ele as limpou tão bem das escórias da modernidade mais descaradamente materialista ou então das pseudo-espiritualidades que se esforçam por aturdir e confundir aqueles que sentem a chamada da Tradição e a luta, interna e externa, contra o Mundo Moderno.

Ninguém como ele nos colocou no caminho certo.

Ninguém como ele nos deu certeza e luz... a Luz do Norte!

Excertos do editorial escrito por Eduard Alcantara no Boletim Evoliano nr 10 e 11 (2ª serie)
Descarregue o Boletim e leia o artigo aqui


Algo invulgar: o prof. Robert Faurisson move um processo contra os seus difamadores

Desta vez, e para variar, o prof. Robert Faurisson moveu ele mesmo um processo contra os seus difamadores.
É claro, que como sabem todos os conhecedores do teatro de sombras e fantoches do "Holocausto", o processo será perdido.
No entanto, neste pequeno vídeo filmado á porta do tribunal, são excelentes as descrições do que se passa na sala de audiências, eloquentes e instrutivas.




Aproveitamos para acrescentar alguns links relativos ao prof. Robert Faurisson, para quem ainda não os conheça:

Blogue:
http://robertfaurisson.blogspot.pt/

Vídeo «Robert Faurisson - Un Homme»:



Vídeo «Le Problème des chambres à gaz»:



Entrevistas sobre o revisionismo literário de RF, incluindo a sua magnífica decifração do soneto «Voyelles» de Rimbaud:
https://www.dailymotion.com/mereedrante

Aniversário do nascimento de Julius Evola

Hoje celebra-se o aniversário do nascimento de Julius Evola (19-Maio-1898).

Filósofo, escritor metapolítico e um dos mestres da Cultura e Tradição Europeias, foi um defensor do tradicionalismo, com uma visão "ascendente" ou continuamente melhor para a sociedade.

A nossa melhor homenagem, é nunca esquecer:

"Uma única coisa deve importar ao Homem: permanecer de pé entre as ruínas"
Julius Evola

Equinócio de Primavera

Mais uma vez, e como sempre, a Legião celebrou o Equinócio de Primavera saudando o nascer do Sol.
Ocasião em que o dia e a noite se equilibram, o fim do Inverno e o início de um tempo mais quente.
É a altura onde a Natureza renasce... assim como o Legionário.











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